segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Soldados do Pecado
Por que tanta gente defende o pecado? Por que tantos defendem as obras do maligno na igreja? Por que tantos fecham os olhos para Palavra e entregam seus corações a falsos profetas e pastores devoradores de ovelhas?
Não são poucos os leitores deste e de outros blogs apologéticos que militam nas frentes do anjo caído. Não são poucos os que desconhecem a Palavra do Senhor de Toda Glória mas conhecem todas as magias e poções dos feiticeiros do mundo "gospel".
Eu mesmo pretendo responder as perguntas que fiz no início deste post. Não que eu tenha uma resposta definitiva. Não mesmo. Mas a Palavra de Deus me dá uma clara orientação de por onde devo caminhar e de como evitar isso.
Certamente esses mesmos servos das trevas iram afirmar que sou soberbo e que estou me declarando mais santo que eles. Tudo bem... é aceitável isso. Mas a questão poderia ser compreendida da seguinte forma. Estou eu lutando contra aquilo que diz: "louvem a Deus" ou contra aquilo que diz: "Dêem glória a este/a homem/mulher?"
Temo todos os dias por Aquele que pode matar a minha alma. Seu temor em meu coração é a maior prova do Seu amor por mim. Quanto aos que temem os homens que lhe podem tirar a vida, ou menos ainda, a "benção", a dignidade, a oportunidade... a vocês não há nada senão dor e sofrimento eterno. Pois dão glórias aos homens e não glórias a Deus (João 12.43).
Por que tantos defendem o pecado? Entendo que esses ainda não foram libertos (alguma objeção?). Você só irá defender aquilo que crê como verdade. Crê como sendo justo, reto e de boa aparência. Você defenderá a todo custo aquilo que é seu... sua esposa, filhos, pais... ainda que não sejam propriedades suas, você os tem no mais alto valor humano... você dará tudo para defender o pecado se você ainda é escravo dele. Se ele ainda controla suas ações... você dará a vida por ele... e muitos a dão.
Não estou afirmando que o servo de Deus está livre de pecar. Mas ele é livre do pecado. Minha afirmação é pela Palavra e tão somente nela: "...que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; Quem morreu está justificado do pecado" (Rm 6.6-7). Não renovados pela Palavra vivem sob o domínio de satanás, ainda que freqüentem igrejas, ainda que ofertem e entoem louvores... são servos das trevas e nada compartilham da luz... senão um espaço físico, tão corruptível quanto a própria carne.
Por que tantos defendem as obras do maligno na igreja? Não são capazes de ver que igreja não é sinônimo de Igreja. Entendem "ajuntamento de santos" como sinônimo de "ecumenismo religioso". Esquecem o conselho do salmista: "Não se assente à roda de escarnecedores". Em seus argumentos vazios e em sua teologia pútrida afirmam: Cristo era amigo de prostitutas. Mostre-me pagão, onde um único versículo da Bíblia afirma tal heresia?
Mas ele comia com pecadores! (Mc 2.16) Exclamam. Ora, existe alguém sem pecados? Não pecaram todos e destituídos foram da Glória de Deus? (Rm 3.23) Como então Jesus poderia comer com santos? E a mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus? Onde na Bíblia afirma que ela era prostituta. E se fosse, onde afirma que ela continuou a se prostituir e ainda assim era amiga de Cristo.
Esse é o motivo de porque tantos fecham os olhos para a Palavra e ouvem apenas falsos ensinadores, eles pregam aquilo que lhes apraz e não aquilo que realmente alimenta. Eu nunca teria deixado de ser um mentiroso e adúltero se acreditasse que Deus seria amigo de um mentiroso e adúltero... Ele nunca será... isso ofende Sua natureza que é santa... é por isso que ele me transformou. É por este motivo que a todos os quanto o recebem ele os transforma.
Mas poucos desejam serem transformados. A igreja pós-moderna lhes oferece um Deus cambiável. Um Deus que se adapta ao homem.
É por este motivo que tantos enchem as fileiras de satanás dentro de denominações ditas evangélicas. Os maiores inimigos da cruz não estão fora das congregações, mas dentro delas. Como o próprio apóstolo Paulo escreveu aos filipenses "Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo." (3.18)
Os ímpios olham para o evangelicalismo e vêem uma única massa uniforme. Não distinguem os que servem a Deus dos que cultuam Mamon. Não diferenciam os que aplicam-se à Palavra aos que vivem de magias e fórmulas de salvação e cura... no entanto dentro da igreja trava-se uma grande batalha. Daqueles que desejam servir a Deus daqueles que desejam servir a si mesmos.
Lamentável é saber que esses últimos tem dia após dia ganho terreno. Pastores em troca de algumas moedas de prata preferem esse tipo de seguidor... falsos profetas sabem que é nesse meio que se tornarão proeminentes.
Mas minha esperança é o Senhor. Ele não permitirá que aqueles que buscam a Sua face se cansem e desistam da batalha. Pois ainda que difícil seja o caminhar, a vitória já foi conquistada... Não por mim... nem por nenhum de nós... mas por aquele que viveu sem pecados
"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação."
Habacuque 3.17-18
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Por Heitor Alves
A nossa conduta deve se harmonizar com a doutrina que pregamos. Por isso o cuidado de nós mesmos estarmos vinculados ao cuidado da doutrina (2Tm 4.16).
A boa doutrina gera boa conduta. Doutrina correta tem como conseqüente uma vida correta. Por isso a doutrina bíblica é essencial na vida do crente, para que o seu viver esteja em perfeita harmonia com a Bíblia. A rigidez dogmática é a condição primordial e indispensável para uma conduta disciplinada, pois de outra forma, a flexibilidade doutrinária será determinante para a frouxidão da própria vida moral, capaz de arrastar o ser humano para o abismo profundo da imoralidade. Eis a razão do por quê do liberalismo ser perigoso para o crente.
Quando a nossa vida é pautada pela única regra de fé e prática, ou seja, pelas Sagradas Escrituras, os nossos passos são seguros e firmes no caminho da retidão e da decência cristã. Aquele que vive apegado às verdades escriturísticas, possui as energias necessárias para reagir contra a força persuasiva do mal e está sempre em condições de dizer “não” ao convite sedutor do mundo.
O homem sem doutrina leva uma vida desenfreada; age sob o impulso de suas tendências pecaminosas. A doutrina constitui uma espécie de preservativo, que impede a derrocada do homem pelo caminho dos vícios e da imoralidade. Esse dogmatismo rígido deve ser mantido (ou estabelecido) em nossas igrejas, para que ela não perca a finalidade de sua existência.
A exposição da doutrina bíblica tem como finalidade a oposição a qualquer forma de mundanismo, daí ela ser um preservativo contra a infiltração de tendências indecentes e imorais no meio da igreja. É a falta de doutrina que está levando a igreja a ser imitadora do mundo, com suas seduções e modismos. Quando a igreja não recebe uma orientação segura para a sua formação moral e espiritual, acaba perdendo completamente a noção da vida cristã, passando a viver ao sabor do secularismo.
Sermões flácidos e com pouca (ou nenhuma) dose de doutrina bíblica são responsáveis pela atitude leviana com que muitos encaram a vida religiosa. Pregadores que, ao invés de combater o pecado, acabam incentivando-o. Disso podemos extrair o mau exemplo de pastores e líderes eclesiásticos que defendem o homossexualismo. Sermões sem doutrina geram pessoas acomodadas com a situação em que vivem, continuando a praticar o pecado e a agir ao sabor de uma vivência existencialista. A doutrina é o antídoto contra essa situação aberrante e despudorada do presente século.
A maioria dos sermões pregados nas igrejas está repleta de meros testemunhos ou exemplos de vida de outras pessoas. A igreja jamais crescerá na fé ouvindo apenas testemunhos e exemplos de vidas. Saber o que Deus tem feito na vida dos outros não fortalece minha profissão de fé. É preciso saber o que Deus tem a dizer a mim tão-somente. É preciso saber como a minha vida deve ser vivida, e não saber da vida dos outros! A igreja cresce através da exposição doutrinária das Sagradas Escrituras somente. Ouvir sobre relatos de vidas ou até mesmo ouvir testemunhos não firma a minha fé em Deus. É preciso de doutrina, teologia!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
QUANDO ESCOLHEMOS BARABÁS

Por Clóvis Cabalau
Barrabás não era um bandido qualquer (Mt:27:16). Preso por se amotinar contra Roma e estar envolvido em um homicídio (Mc 15:1-13), ele detinha a admiração do povo - à época subjugado pelo Império Romano. Era uma espécie de herói, corajoso ao ponto de enfrentar o poderio do inimigo dos judeus. O povo se identificava com ele.
Do outro lado, estava Jesus. Corpo dilacerado, ensangüentado. O retrato da “fragilidade” humana ante a crueldade de seus algozes. Os dias de curas, milagres, sermões impactantes haviam se apagado da memória do povo ensandecido. Não, aquele não era o herói que eles queriam. As pessoas não se pareciam com Jesus. O povo se parecia com Barrabás.
Talvez inspirados no episódio bíblico, muitos falsos líderes e falsos profetas têm levado vantagem em nosso tempo. Eles têm facilidade de vender um “Jesus” diferente do Jesus da Bíblia. Oferecem Barrabás disfarçado de “Jesus” e muitos crêem. Um falso Je sus que não fala de arrependimento ou de mudança. Um “Jesus” que é parecido com o mundo: vaidoso, ganancioso, egoísta e acomodado em seu pecado.
O Jesus da coroa de espinhos, da cruz, da carne mortificada, do negar-se a si mesmo não é atrativo para a maioria. Mas, o “Jesus” da “prosperidade”, esse sim, é irrecusável. É esse o “Cristo” que muitos almejam, o gênio da lâmpada, sempre disponível para satisfazer desejos.
Queremos um Jesus que se pareça conosco em vez de alguém que precisemos mudar para se parecer com Ele.
Nos evangelhos, o povo escolheu a Barrabás porque se parecia mais com ele do que com Jesus. Muitas vezes, agimos da mesma forma, como imitadores daquelas pessoas. Escolhemos o preso pecador, que se parece conosco, ao invés de Jesus, que exige de nós uma mudança de vida.
Pense nisso.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Coisas que a Bíblia não diz

O teólogo que se preza sabe que a sua fonte primacial de autoridade é a Bíblia, a Palavra de Deus (Gl 1.8; 1 Co 4.6; 15.3,4).
Todas as outras fontes de autoridade são secundárias, como a razão, a tradição, as experiências e a teologia. Esta, inclusive, é o que os teólogos dizem das Escrituras. Não deve ser ela confundida com a Bíblia, que é a própria Palavra do Senhor.
Há algumas afirmações teológicas consagradas que precisam ser compreendidas à luz da Bíblia, a fim de que não se faça uma interpretação equivocada da sã doutrina. Neste segundo artigo da série em apreço apresentarei três assertivas bastante usuais e comuns em obras teológicas, mas que devem ser confrontadas com as Escrituras.
“O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade”
Essa afirmação baseia-se na pressuposição de que o Deus Pai é a primeira Pessoa da Trindade, o Deus Filho, a segunda, e o Espírito Santo, a terceira. Entretanto, o estudioso da Bíblia deve entender que tais títulos não refletem uma hierarquização. O Pai, o Filho e o Espírito formam um único Deus. Não existe triteísmo, e sim tripessoalidade.
Como não existe hierarquização entre as Pessoas divinas da Trindade, no Novo Testamento não há a preocupação dos autores sagrados em apresentar uma delas em primeiro plano sempre. Veja como elas se alternam: na fórmula batismal o Pai aparece primeiro (Mt 28.19). Em 2 Coríntios 3.3,4 e na bênção apostólica (2 Co 13.13), o Filho aparece primeiro. Mas observe que na primeira passagem de 2 Coríntios o Espírito aparece em segundo lugar, e na segunda, em terceiro. Em 1 Coríntios 12.4-6, a ordem é Espírito, Senhor (Deus Filho) e Deus Pai.
Portanto, as expressões teológicas “primeira, segunda e terceira Pessoas da Trindade” existem apenas para fins didáticos, e não para hierarquizar a Trindade.
“O nascimento do Senhor Jesus foi virginal”
O que ocorreu de modo virginal e também sobrenatural, na verdade, foi a concepção, a encarnação (1 Tm 3.16), e não o nascimento do Senhor. Não houve conjunção carnal — expressão do Direito — entre José e Maria, pais de Jesus, para que Ele fosse gerado no ventre de sua mãe. Ela ficou grávida pela ação direta do Espírito. Quanto ao nascimento, ele ocorreu de modo natural (Gl 4.4), e Maria, é evidente, não permaneceu virgem.
Por conseguinte, a expressão teológica “nascimento virginal de Jesus” alude à sua concepção; refere-se ao fato de que Maria ficou grávida sem que houvesse relação sexual entre ela e José, e não ao nascimento, em si.
“Jesus é 100% homem e 100% Deus”
Essa assertiva teológica também precisa ser vista à luz da Bíblia. Que Jesus é o Deus-Homem não se discute (1 Tm 2.5). Ele é Deus e é Homem. Entretanto, Ele é 100% divino — nunca deixou de ser Deus, ainda que tenha aberto mão de alguns dos atributos ao se encarnar (Fp 2.6-11; Hb 1.8) —, mas não é, biblicamente, 100% humano.
Observe que a Bíblia, em nenhum momento, afirma que o Senhor Jesus se fez igual aos homens. Não! Em Romanos 8.3, está escrito que “Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne”. Em Filipenses 2.7, vemos que Ele, ao aniquilar-se a si mesmo, fez-se semelhante aos homens. E, em Hebreus 2.17, está escrito: “Pelo que convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos”.
Paradoxalmente, a afirmação teológica de que Jesus é 100% Homem se torna contraditória justamente em razão de Ele ser 100% Deus. Sendo Ele totalmente divino, jamais poderia ser idêntico aos homens.
Muitos filósofos não entendem como Jesus conseguiu vencer todas as tentações como Homem, pois, segundo eles, Ele jamais teria conseguido deixar de pecar por pensamentos. Mas aqui está a diferença entre o Homem Perfeito e os homens imperfeitos. Ele só foi tentado de fora para dentro. Não havia nEle o germe do pecado, visto que foi concebido por obra e graça do Espírito Santo. Quanto a nós, nascemos em pecado (Rm 3.23; Sl 51.5) e somos tentados a partir de nossa própria natureza caída (Tg 1.13,14).
Amém?
Ciro Sanches Zibordi
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ESTÁ LÁ NO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
Transcrevo abaixo as páginas 98 a 101 do PNDH 3. Leia e julgue você mesmo. Chamo a atenção para os grifos que fiz. Eles merecem análise à parte. Se quiser ter acesso ao texto completo, clique aqui.
Objetivo estratégico V:
Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero.
Ações programáticas:
a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
b) Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça
Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a aprovação de legislação que reconheça a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
c) Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República
Recomendações:
• Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.
• Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.
d) Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade (grifo meu).
Responsável: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
e) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que visam a garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
f) Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.
Responsável: Ministério da Saúde
g) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia através de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos
h) Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE); Ministério da Justiça; Ministério da Saúde; Ministério do Trabalho e Emprego
Objetivo estratégico VI:
Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado.
Ações programáticas:
a) Instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas, assegurando a proteção do seu espaço físico e coibindo manifestações de intolerância religiosa.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério da Cultura; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)
Recomendação: Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação de Conselhos para a diversidade religiosa (grifo meu) e espaços de debate e convivência ecumênica para fomentar o diálogo entre estudiosos e praticantes de diferentes religiões.
b) Promover campanhas de divulgação sobre a diversidade religiosa para disseminar cultura da paz e de
respeito às diferentes crenças.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da
Cultura; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República
Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)
c) Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União (grifo meu).
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se o respeito à laicidade pelos Poderes Judiciário e Legislativo, e Ministério Público, bem como dos órgãos estatais, estaduais, municipais e distritais.
d) Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.
Responsáveis: Ministério da Educação; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades
Parceiros: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República;
Ministério da Cultura; Fundação Cultural Palmares (FCP)
e) Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião (grifo meu)
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Objetivo estratégico V:
Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero.
Ações programáticas:
a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
b) Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça
Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a aprovação de legislação que reconheça a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
c) Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República
Recomendações:
• Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.
• Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.
d) Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade (grifo meu).
Responsável: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
e) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que visam a garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
f) Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.
Responsável: Ministério da Saúde
g) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia através de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos
h) Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE); Ministério da Justiça; Ministério da Saúde; Ministério do Trabalho e Emprego
Objetivo estratégico VI:
Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado.
Ações programáticas:
a) Instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas, assegurando a proteção do seu espaço físico e coibindo manifestações de intolerância religiosa.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério da Cultura; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)
Recomendação: Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação de Conselhos para a diversidade religiosa (grifo meu) e espaços de debate e convivência ecumênica para fomentar o diálogo entre estudiosos e praticantes de diferentes religiões.
b) Promover campanhas de divulgação sobre a diversidade religiosa para disseminar cultura da paz e de
respeito às diferentes crenças.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da
Cultura; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República
Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)
c) Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União (grifo meu).
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se o respeito à laicidade pelos Poderes Judiciário e Legislativo, e Ministério Público, bem como dos órgãos estatais, estaduais, municipais e distritais.
d) Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.
Responsáveis: Ministério da Educação; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades
Parceiros: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República;
Ministério da Cultura; Fundação Cultural Palmares (FCP)
e) Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião (grifo meu)
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Nomes dos deputados federais do Brasil a favor do aborto até o nono mês de gestação.
Esses deputados federais assinaram um recurso para que o Plenário da Câmara dos Deputados delibere sobre o PL 1.135/91, após terem perdido na comissão na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.
Esses deputados abortistas estão nesta lista que você confere agora por estado e partido:
ACRE (01)
Nilson Mourão – PT/AC
AMAPÁ (03)
Dalva Figueiredo – PT/AP
Evandro Milhomen – PCdoB/AP
Janete Capiberibe – PSB/AP
AMAZÔNIA (01)
Vanessa Grazziotin – PCdoB/AM
BAHIA (06)
Nelson Pellegrino – PT/BA
Zezéu Ribeiro – PT/BA
Daniel Almeida – PCdoB/BA
Alice Portugal – PCdoB/BA
Roberto Britto – PP/BA
Severiano Alves – PDT/BA
CEARÁ (04)
José Guimarães – PT/CE
Eudes Xavier – PT/CE
Chico Lopes – PCdoB/CE
Flávio Bezerra – PMDB/CE
DISTRITO FEDERAL (01)
Magela – PT/DF
ESPÍRITO SANTO (01)
Iriny Lopes – PT/ES
GOIÁS (01)
Rubens Otoni – PT/GO
MARANHÃO (02)
Domingos Dutra – PT/MA
Sarney Filho – PV/MA
MINAS GERAIS (03)
Virgílio Guimarães – PT/MG
Jô Moraes – PCdoB/MG
Edmar Moreira – DEM/MG
MATO GROSSO (01)
Carlos Abicalil – PT/MT
MATO GROSSO DO SUL (01)
Antônio Carlos Biffi – PT/MS
PARÁ (04)
Paulo Rocha – PT/PA
Beto Faro – PT/PA
Zé Geraldo – PT/PA
Asdrubal Bentes – PMDB/PA
PARANÁ (02)
Angelo Vanhoni – PT/PR
Max Rosenmann – PMDB/PR
PERNANBUCO (07)
Pedro Eugênio – PT/PE
Fernando Ferro – PT/PE
Maurício Rands – PT/PE
Raul Jungmann – PPS/PE
Silvio Costa – PMN/PE
Ana Arraes – PSB/PE
Inocêncio Oliveira – PR/PE
RIO DE JANEIRO (05)
Jorge Bittar – PT/RJ
Carlos Santana – PT/RJ
Edmilson Valentim – PCdoB/RJ
Chico Alencar – PSOL/RJ
Brizola Neto – PDT/RJ
RIO GRANDE DO NORTE (01)
Sandra Rosado – PSB/RN
RIO GRANDE DO SUL (04)
Marco Maia – PT/RS
Luciana Genro – PSOL/RS
Pompeo de Mattos – PDT/RS
Darcísio Perondi – PMDB/RS
RONDÔNIA (01)
Eduardo Valverde – PT/RO
RORAIMA (01)
Francisco Rodrigues – DEM/RR
SÃO PAULO (13)
José Genoíno – PT/SP
Paulo Teixeira – PT/SP
Jilmar Tatto – PT/SP
Vicentinho – PT/SP
Cândido Vaccarezza – PT/SP
Devanir Ribeiro – PT/SP
José Mentor – PT/SP
Cláudio Magrão – PPS/SP
Arnaldo Jardim – PPS/SP
Ivan Valente – PSOL/SP
Regis de Oliveira – PSC/SP (12)
Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força) – PDT/SP
Dr. Ubiali – PSB/SP
AO TODO 63 DEPUTADOS ASSIM DIVIDIDOS POR PARTIDO
1. PT 31 Deputados (49,20 %)
2. PC do B 07 Deputados (11,11 %)
3. PSB 04 Deputados (6,33 %)
4. PDT 04 " "
5. PMDB 04 " "
6. PSOL 03 " (4,76 %)
7. PPS 03 " "
8. DEM 02 " (3,17 %)
9. PMN 01 " (1,58 %)
10. PR 01 " "
11. PV 01 " "
12. PSC 01 " "
13. PP 01 " "
Esses deputados abortistas estão nesta lista que você confere agora por estado e partido:
ACRE (01)
Nilson Mourão – PT/AC
AMAPÁ (03)
Dalva Figueiredo – PT/AP
Evandro Milhomen – PCdoB/AP
Janete Capiberibe – PSB/AP
AMAZÔNIA (01)
Vanessa Grazziotin – PCdoB/AM
BAHIA (06)
Nelson Pellegrino – PT/BA
Zezéu Ribeiro – PT/BA
Daniel Almeida – PCdoB/BA
Alice Portugal – PCdoB/BA
Roberto Britto – PP/BA
Severiano Alves – PDT/BA
CEARÁ (04)
José Guimarães – PT/CE
Eudes Xavier – PT/CE
Chico Lopes – PCdoB/CE
Flávio Bezerra – PMDB/CE
DISTRITO FEDERAL (01)
Magela – PT/DF
ESPÍRITO SANTO (01)
Iriny Lopes – PT/ES
GOIÁS (01)
Rubens Otoni – PT/GO
MARANHÃO (02)
Domingos Dutra – PT/MA
Sarney Filho – PV/MA
MINAS GERAIS (03)
Virgílio Guimarães – PT/MG
Jô Moraes – PCdoB/MG
Edmar Moreira – DEM/MG
MATO GROSSO (01)
Carlos Abicalil – PT/MT
MATO GROSSO DO SUL (01)
Antônio Carlos Biffi – PT/MS
PARÁ (04)
Paulo Rocha – PT/PA
Beto Faro – PT/PA
Zé Geraldo – PT/PA
Asdrubal Bentes – PMDB/PA
PARANÁ (02)
Angelo Vanhoni – PT/PR
Max Rosenmann – PMDB/PR
PERNANBUCO (07)
Pedro Eugênio – PT/PE
Fernando Ferro – PT/PE
Maurício Rands – PT/PE
Raul Jungmann – PPS/PE
Silvio Costa – PMN/PE
Ana Arraes – PSB/PE
Inocêncio Oliveira – PR/PE
RIO DE JANEIRO (05)
Jorge Bittar – PT/RJ
Carlos Santana – PT/RJ
Edmilson Valentim – PCdoB/RJ
Chico Alencar – PSOL/RJ
Brizola Neto – PDT/RJ
RIO GRANDE DO NORTE (01)
Sandra Rosado – PSB/RN
RIO GRANDE DO SUL (04)
Marco Maia – PT/RS
Luciana Genro – PSOL/RS
Pompeo de Mattos – PDT/RS
Darcísio Perondi – PMDB/RS
RONDÔNIA (01)
Eduardo Valverde – PT/RO
RORAIMA (01)
Francisco Rodrigues – DEM/RR
SÃO PAULO (13)
José Genoíno – PT/SP
Paulo Teixeira – PT/SP
Jilmar Tatto – PT/SP
Vicentinho – PT/SP
Cândido Vaccarezza – PT/SP
Devanir Ribeiro – PT/SP
José Mentor – PT/SP
Cláudio Magrão – PPS/SP
Arnaldo Jardim – PPS/SP
Ivan Valente – PSOL/SP
Regis de Oliveira – PSC/SP (12)
Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força) – PDT/SP
Dr. Ubiali – PSB/SP
AO TODO 63 DEPUTADOS ASSIM DIVIDIDOS POR PARTIDO
1. PT 31 Deputados (49,20 %)
2. PC do B 07 Deputados (11,11 %)
3. PSB 04 Deputados (6,33 %)
4. PDT 04 " "
5. PMDB 04 " "
6. PSOL 03 " (4,76 %)
7. PPS 03 " "
8. DEM 02 " (3,17 %)
9. PMN 01 " (1,58 %)
10. PR 01 " "
11. PV 01 " "
12. PSC 01 " "
13. PP 01 " "
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